O sol vem infiltrando seus raios
aquecendo meu ser e meu amor.
Ilumina o meu dia
e ameniza a minha dor.
O verde da floresta traz gotas de orvalho e
o cheiro da mata virgem.
Quero embrenhar-me neste gosto de mato
e achar-te em uma lagoa cristalina,
nas águas límpidas do amor.
Como a água, o amor não tem cheiro, cor e sabor.
Mas, como a água,
só ele é capaz de matar a nossa sede,
a sede de amar.
de Paulo Renato de Sousa
Valença - RJ - por correio eletrônico